![]() |
|
Spaces home SERRANO NA REDEPhotosProfileFriendsMore ![]() | ![]() |
|
Os melhores sítios de Pampilhosa da Serra
|
SERRANO NA REDEReparem... quantas nascentes de água fresca e cristalina encontramos nós brotando das entranhas das nossas Serras e quantos ribeiros, não vemos, correndo incessantemente por entre fragas, sussurrando lamentos de poço em poço? Muitos... certamente.
Filhos de um Deus Menor Parte 2Quanto recebe mensalmente um modesto pensionista neste belo jardim à beira mar plantado? Ou melhor dizendo um pensionista neste pinhal pelas Serras do Interior espalhado?Pouco é certo! Mas nesta tragédia grega, com requisitos de modernidade e cobertura democrática, pode ainda haver quem pense em piorar as coisas. Tal como já havia sido dito, são apenas “coisas do mundo retalhos da vida” Mas vamos ao que é importante. A Caixa Geral de Depósitos, que como todos sabem é a quase Babilónia dos poleiros do Estado, está a enviar uma carta aos seus clientes mais modestos, lembrando que a crise actual tem que ser combatida com o pagamentos das despesas de manutenção de conta.Não é bem isto mas quase!Para que tal não aconteça, o destinatário da dita carta, que se tornou cliente muitas vezes à força, tem que manter um saldo médio mensal de cerca de 1000 €. Leram bem 1.000€. Filhos de Um Deus MenorMeu pai como muitos dos nossos pais, entregou à terra mãe praticamente todos os “bons dias” da sua existência. As madrugadas eram ainda meninas, e já o serrano calcorreava caminhos de cabras para assistir às pequenas leiras, que muitas vezes eram o único sustento das famílias numerosas de tempos idos. Pouco a pouco, com o Estado divorciado das Serras da Pampilhosa, nasceram aldeias, criaram-se filhos, e ainda havia tempo para cuidar da alma, ainda que o corpo moído pedisse umas horas de descanso. Era assim, não tenhamos nunca duvida que a vida dos que viviam nas serras, era dura como dificilmente se pode imaginar. Encimados sempre pelo lema, “antes partir que vergar”, lá se foram “vergando” à dura realidade que a vida lhes proporcionava. Hoje, os que felizmente ainda convivem connosco, têm uma paga amarga, diria mesmo indigna. São votados a uma existência tão degradante e miserabilista que assusta os mais frios e preparados. Veja-se por exemplo os lares. Homens e mulheres cuja vida sempre foi uma actividade constante a labutar na terra, são sedados com medicamentos para que proporcionem menos trabalho a quem tem que os apoiar e cuidar. Não é invulgar encontrar nos chamados Lares para a Terceira Idade, autênticos mortos vivos, adormecidos artificialmente por medicação inadequada para quem ao longo da vida tomou apenas Aspirina ou coisa parecida. Os poucos que têm a ventura de ser tratados como gente, têm nos filhos a sua praça forte, contra as contrariedades de governos que desgovernadamente gerem o dinheiro dos contribuintes, e diariamente atentam contra a dignidade dos idosos, mais parecendo que estes são “filhos de um deus menor”. Basta escutar com atenção a “lábia” dos ministros deste governo, há sempre uma explicação, mais ou menos eloquente, para cada disparate que tem sempre dois objectivos pré definidos. Ou são retirados privilégios aos contribuintes ou os contribuintes têm que entregar mais “privilégios” aos cofres do estado; perdão, Estado, está mais de acordo. O que se passa a seguir é digno de um filme de ficção. As populações revoltam-se e reivindicam, mas estoicamente os políticos mantêm-se firmes. Apetece perguntar: - Mas que história vem a ser esta, não foram as populações que os colocaram no poleiro? Então respeitem as populações! Casos de falta de respeito para com os que contribuem são muitos e seria cansativo enumerar. Mas há dois exemplos que não podemos, nem devemos, calar. Meu pai, como muitos pais “filhos de um deus menor”, trabalhou uma vida inteira e morreu com uma mísera reforma, que só não foi mais miserável porque um dos seus muitos filhos lhe proporcionou condições para acesso a mais alguns “contos de réis”. No outro lado da balança, estão homens e mulheres cuja idade está muito longe da reforma, e pelo simples facto terem sido deputados reforma-se airosamente e vão trabalhar para empresas que muitas vezes beneficiaram das leis que eles enquanto deputados fizeram pensando no poleiro futuro. Serão estes filhos de um Deus diferente? Meu pai, para que o pão não faltasse em casa, resolveu um dia transportar volfrâmio, que o mais provável era ser ilegal naquela época. Foi preso, pagou pela ousadia de querer matar a fome aos filhos. Um ministro, enquanto ministro, faz contrato milionário entre o Estado e um grupo privado. O Tribunal de Contas vem dizer que o dito contrato é altamente desfavorável ao Estado e nada se faz. Hoje esse senhor é presidente ou coisa parecida do consórcio que fez o contrato com o Estado. Será este o exemplo de um “filho de um Deus maior”? Pedófilos libertados, leis cujo único intuito é facilitar a vida a prevaricadores, atentados ao sistema de saúde, estádios de futebol, e nós aqui calmamente sentados à espera que um outro qualquer, pior que o anterior, ocupe o lugar. Será que são “detalhes da vida”, ou conformismo de “filhos de um deus menor”? O VELHO DA SERRA IVO VELHO DA SERRA IV
É Junho, os contornos das Serras da Pampilhosa, começam a mostrar-se menos agrestes e a depressão que se abateu sobre os povos da Pampilhosa começa a suavizar-se à medida que o verde se atreve a sobrepor-se ao negro. A mãe natureza, na sua eterna renovação encarrega-se lentamente de esconder o deprimente cenário que restou da calamidade do ano passado. Foi em Agosto de 2003 que o “Velho da Serra”, o “Ti Manel das Vacas, nos abandonou. E hoje ao admirar o que resta da floresta que ele tanto amava, uma lágrima teimosa escorre suave enquanto um sentimento de revolta e impotência nos invade, como o invadiria a ele se fosse vivo. Da maneira natural como amava as Serras, como enfrentaria ele o estado calamitoso em que ficou tanta e tanta floresta? Não o sabemos, pois saber era adivinhar o destino que apenas ao Criador pertence, mas acreditamos que ao olhar tanta destruição, o “Velho da Serra”, soltaria uma das sua expressões tão peculiares. “Gente de um conto de diabos” , ou talvez fosse mais longe e praguejasse contra o diabo por ter colocado nas mãos dos homens o destino da terra que o viu nascer. E que diria o “Velho da Serra”, na sua sábia filosofia, moldada pelo cabo do arado e pelas intempéries do quotidiano, face às tentativas de resolução do problema provocado pelo fogo? - Já o estamos a ouvir dizer o que para alguns nunca deveria ser dito. Cremos mesmo, sem muitas hipóteses de engano, que veria em tudo isto, uma forma simplista de adiar o inevitável, e o inevitável é uma região onde as assimetrias de hoje serão mais profundas amanhã, pois nem todos conseguem compreender como se pode construir o futuro de forma sustentada. Passados quase 3 anos, que hoje lembramos nesta homenagem, apenas se notam mais as posturas inqualificáveis dos que não pretendem a mudança sustentada. Prova do que falamos, é a energia gasta em “lutas” cujo objectivo muitas vezes se adivinha mas raras vezes se confessa. É como se o futuro estivesse previamente traçado. Mesmo os que muitas vezes jogam sempre do lado oposto do campo, não aceitam jogar ao lado seja de quem for, ainda que o objectivo seja concreto e nobre. São nãos e nãos desmedidos e desconfiados, que geram atraso e geram desconforto dos que podem decidir mesmo baseados em parcos recursos. Por outro lado, quando há francas e históricas oportunidades, de fazer valer direitos e pontapear o presente rumo ao futuro, quedam-se pelo conformismo e pelo imobilismo. Temos nos últimos tempos passado algum tempo no território, e cada vez mais sentimos ventos de mudança. Por vezes, entre visitas e conversas informais, descobrimos algo que nos faz sonhar com realizações futuras. Já abordámos o assunto anteriormente, mas nunca é demais relembrar. Numa dessas conversas, com o Sr. Presidente da junta de Freguesia de Dornelas do Zêzere, pudemos verificar ventos de abertura, face ao largar da aldeia. Anteriormente, em conversa igualmente informal, sentimos por parte do Senhor Dom Eurico Nogueira, a mesma vontade, a mesma abertura. Talvez seja o que as serras urgentemente necessitam; abertura, abertura e mais abertura. O “Velho da Serra” céptico e muitas vezes pouco crédulo, talvez não fosse facilmente contagiado, mas temos a certeza que ao ser-lhe claramente explicado que se trata de um bem comum, até ele que nasceu em 1910 havia de compreender se fosse vivo. Bem sabemos que já não ecoam pelos vales e serranias da Pampilhosa, os “cânticos” do carro de bois, nem se ouvem já as “pragas rogadas” aos animais, mas temos a certeza que onde quer que hoje o “Velho da Serra” se encontre, lá do alto ficaria contente de ver este concelho mais solidário mais unido e menos egoísta. No entanto, temos a certeza que se revoltaria contra a impunidade dos que transgredindo a lei, destroem de forma vergonhosa e autista a casa onde ele criou os filhos. Perguntaria por certo ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, “..mas o que raio está o Senhor a fazer nesse lugar que nem do PDM cuida?. “Porque fica o Presidente calado quando casas invadem a rua pública, quintais se unem a casas para formar um artigo único e assim fazer uma ocupação de 100% do solo?”. Em tempos apelidámos este tipo de atitude com um, “vamos a isto vilanagem”, temos a certeza que esta expressão também seria usada pelo “Velho da Serra” . De facto hoje lembramos a morte de um homem e homenageamos a verticalidade da sua vida, mas denunciamos os abusos dos “espertos”, que não olham a meios para atingir os fins que pretendem. Hoje em Pampilhosa da Serra há lei, há um PDM, há abusos, mas parece não haver consciência preparadas para respeitar tudo isto. Parece haver ainda quem se julgue no tempo das ocupações selvagens de empresas, com a falsa promessa de recuperação, quando na sua mente, tal como no filme “A Revolta dos Porcos”, apenas existe o intuito de engordar e enganar. Enganar os Serranos e engordar a sua bolsa. Em Pampilhosa da Serra, tal como em muitos outros locais de Portugal, do Minho ao Algarve, do Redondo ao Cadaval, tem que ser condenado e denunciado o “Xico Espertismo” de alguns, que apenas serve os seus próprios fins e prejudica a vida de muita gente. Por vezes são a única causa de um ambiente pouco cordial entre as gentes que vivem no território. Dornelas do Zêzere a terra que o “Velho da Serra” tanto amou, não pode ser um paraíso para os que gostam de negligência e o “compadrio”, mesmo que isso implique algum remar contra a maré. Luís GonçalvesLisboa Julho de 2006
O VELHO DA SERRA IIIO VELHO DA SERRA
Quando em Agosto de 2003, no rescaldo da enorme tragédia que assolou Portugal, a notícia chegou, tudo levava a que, esse momento menos bom, fosse passageiro e breve. De facto, foi muito breve mas definitivo. “ O velho da serra”, desidratado pelo intenso calor de Agosto, entregava finalmente a alma ao Criador. Hoje, lá longe nas Serras da Pampilhosa, lugar dos meus encantos, motivo dos meus desencantos, placidamente tudo parece continuar como então. O rio embriagado e sem esperança, continua á espera de atenção, os pinheirais, os que continuam de cor verde, continuam á espera do malfadado destino. Aqui e ali, junto ao branco casario, uma réstia de esperança, sob a forma de um pomar bem cuidado, relampeja futuro com tanta força, que nos faz esquecer as malditas maleitas que assolam as nossas serras. No vale da Ribeira do Pisão, as antigas hortas, foram limpas e cuidadas. Será que de novo se vai ver gente no “Favacal” ? Se a resposta ás nossas dúvidas é um sim seguro, então a esperança renasce. Se é não, a profunda tristeza que nos invade, vai percorrer a nossa carne como um punhal de fio rombo, manejado por um qualquer cruel carniceiro. Mais além, junto á Adurão, a jovem cerejeira lembra que um dia, o pecado de roubar foi ali exercido á luz do dia, para que o “Velho da Serra” se deliciasse com frutos carnudos e sensuais. Ainda hoje, mostra o ramo amputado por amor, ainda mostra o defeito, como um hino magistral ao carinho pelo meu velho pai. Mas nem a cerejeira nem eu próprio, sentimos que da nostalgia se faça futuro, tão pouco o futuro de uma cerejeira será promissor, se à sua sombra não se resguardarem ladrões de tão delicioso fruto. Nas estradas por onde outrora, o “Ti Manel das Vacas” passava, poucas almas se deliciam com a beleza do lugar. É assim por toda a serra, é assim por todas as Serras da Pampilhosa. Teimosamente, governantes que pagam 380.000 por algo cujo orçamento era 60.000, continuam a não olhar de forma séria para as serranias para lá do sol pôr. Do seu bolso, tal como o mágico da cartola, tiram ideia confusas e sem nexo, cujo fim único, parece ser somente, acrescentar alguns tostões mais à sua conta privada. Quando se trata de assuntos sérios, capazes de alterações profundas, são sempre questionados os votos que cada região pode ou não dar a determinado partido. Se não vejamos a questão das Autárquicas; os partidos políticos, qual máquina infernal do destino dos pobres, decidem quem vai para onde, independentemente das suas qualidades, capacidade ou conhecimento da região que se entrega ao candidato. Felizmente que ainda não é assim nas Serras da Pampilhosa, mas um dia destes, já não admirava que para o lugar de presidente da Câmara de Pampilhosa da Serra o partido A ou o partido B decida colocar um seu candidato vindo dos confins de algum bairro lisboeta. O “Velho da Serra”, perante tudo isto por certo torceria o nariz mas, ficaria sempre na vã esperança que algo mudasse para melhor. Devemos nós ficar também à espera? Quem nos responde a esta incerteza de ver uma população a envelhecer cada vez mais e o poder central a ignorar na mesma medida?
Luís Gonçalves 2005
O VELHO DA SERRA II"O HOMEM DA SERRA II" Um ano depois
"Ó boi de um conto de diabos". Assim se cumpria um ritual, misto de profano e sagrado, nos dias quentes de Verões idos à muito. Mas agora tudo terminou! O "Velho da Serra" morreu. Paz à sua alma, homenagem ao seu carácter. Faz este mês um ano que o "Velho da Serra", serenamente como viveu, entregou a alma ao Criador. Políticos armados de um cinismo, cujo limite dificilmente se vislumbra, dizem que o calor e o fogo que assolou Portugal em 2003 apenas tirou a vida a três ou quatro pessoas, agora dizem que foram 17. Nada podia ser menos verdade, por outras palavras menos polidas, é uma mentira descarada. O "Velho da Serra", o "ti Manel das Vacas", foi um entre muitos que não suportou a onda anormal de calor que nos visitou tão inesperadamente como partiu. Os seus mais de 90 anos, não suportaram a desidratação a que um corpo idoso foi impiedosamente sujeito nos dias de Agosto de 2003. Os idosos, tal como muitos outros grupos da nossa sociedade, não merecem a atenção devida por parte dos ministros que, "sentadinhos" nos seus gabinetes com ar condicionado vivem despreocupados no seu mundo artificial. Quando esses senhores, donos incondicionais dos seus cómodos feudos, reagem, normalmente já é tarde e questionam sempre o lado financeiro da questão. Vergonha maior não pode haver! Passado um ano, "gira o disco e toca o mesmo", que é como quem diz, não se aprendeu nada. Quando o nada que se aprendeu se mistura com o nada das acções de cariz nacional, resulta numa mistura incolor de serras e vales sem fim de cor negra e desoladora. É o fogo da incompreensão a queimar lentamente a nossa paciência. Mesmo as acções que justamente se empreenderam para minorar o sofrimento das populações afectadas, são verdadeiras obras de Santa Engrácia. Os aspectos mediáticos são mais importantes que a realidade no terreno. Vejamos por exemplo as indemnizações aos concelhos mais afectados pelos fogos de Verão. Foi em plena campanha eleitoral que os homens que estão à frente das nossas Câmaras, foram chamados à Guarda para receberem as sobras de um orçamento destinado mais às mordomias dos "senhores” ministros e deputados do que a enfrentar os reais problemas de uma população castigada, pelas Manuelas deste mundo e por uma natureza inclemente. As perguntas são mais que muitas, sobram na medida proporcional em que faltam as respostas. Quantos aviões de combate a incêndios se podem comprar com um submarino? (.. que até tem torpedos!) Quantas camas de hospital se podiam obter, com o preço de um torpedo? Quantos aparelhos de ar condicionado, para lares, se podiam comprar com as regalias extras dos senhores deputados? Quantos anos teve o "Velho da Serra" que trabalhar, para obter 28 contos de reforma? Quantas reformas de 28 contos se podiam pagar, com a reforma de um deputado que trabalha meia dúzia de anos no Parlamento? Quantos lares e associações podiam ser apoiados, com o valor dos cartazes do Senhor Santana Lopes? Quantos políticos serão necessários para compreender que a paciência dos Portugueses já arde como ardem as nossas matas? Quantos "Velhos da Serra", poderiam esperar mais uns "anitos" de vida, se, o cinismo se transformasse em justiça social? É o triste fado de um povo que tem de sobreviver num sistema em que para ser governo não tem que se ganhar eleições. São deuses e demónios de um sistema que mais se assemelha ao Comité Central de um qualquer partido da antiga visão de ver as coisas. Na minha mente correm as palavras da cigana em "Cântico de Afectos" do Alexandre Duarte, "A sua sina já vem de muito longe. Ela já lhe estava destinada desde o princípio do mundo, em que Adão e Eva cometeram uma maldade e o Criador, enraivecido, condenou Adão (e todos os seus descendentes) com o conhecido castigo: Comerás o Pão amassado com o suor do teu rosto.” __Credo! Como a cigana sabia da coisa, da vida dos pobres e desfavorecidos! Só que na nossa “história” os Deuses são os que estão “lá”, longe de todos os “Velhos da Serra” deste mundo e das necessidades das populações mais desfavorecidas e das regiões mais afastadas. São esses mesmos Deuses que como diz o professor Vital Moreira, “pagam pelos benefícios dos ricos”, e ainda perdem o pouco que lhes resta. Reparemos nas carreiras de transportes de Pampilhosa da Serra. Tranquilamente como viveu, assim se foi um homem cujo carácter deveria ser seguido por muita gente culta. Nós, os que cá estamos ainda, provavelmente esquecemos muito rapidamente para embarcar em promessas e sorrisos, quando tudo o resto, o que mais importa, é relegado para o esquecimento "Ó boi de um conto de diabos, raios te papem damonho", era assim o homem de quem tenho a honra de ser filho. Era assim o homem que, estou certo, podia servir de exemplo a muitos que cinicamente se exibem na televisão e nas revistas coloridas para todo mundo ver que afinal além de cínicos são vazios.
Luís Gonçalves 2004
|
Os sítios mais marcantes da rede
|
|||||||||||||||||||||||||||
|
|